A Sandra May é uma jovem escritora cujo mais recente livro tem sido um sucesso. Nesta conversa, a escritora falou sobre o seu processo de escrita, a sua mais recente obra e o trabalho de apoiar e incentivar novos escritores.
Conversa com Rafael Polido Anacleto sobre o seu trabalho no Museu Nacional dos Coches em Lisboa, algumas das mais marcantes viaturas presentes no Museu e também sobre a causa monárquica.
Sobre o relógio Ghibli, um monumento nacional no Japão que é na verdade um castelo de autómatos, reconhecível também na obra cinematográfica do estúdio: um bom exemplo de quando a arte ofusca a utilidade nos relógios.
Sobre a editora discográfica 4AD, fundada por Ivo Watts-Russell em 1980, casa de inúmeras gravações lendárias de música dark ambient e rock alternativo, entre outros géneros.
Para dar a conhecer o trabalho desenvolvido na Associação Portuguesa de Paremiologia, dedicada ao estudo dos provérbios, uma conversa com o Dr. Rui Soares, a Dra. Marinela Soares e Tomás Vicente Ferreira.
Sobre o papel fundacional da literatura, a par da pintura, na obra do cineasta americano David Lynch e como nela o uso profundamente simbólico e poético da palavra se emparelha exemplarmente com as imagens.
Nesta conversa, Filipe Marques Fernandes, doutorando em História na FLUL, abordou a importância do estudo da História para uma maior valorização do património histórico e como forma de interpretação da sociedade atual.
Em “mother!”, de Aronofsky, o escritor (Bardem) cria um poema que transforma o mundo e atrai multidões fanáticas à casa onde vive com a companheira (Lawrence). Alegoria violenta sobre criação literária e física, civilização vs. selvajaria, com simbolismo bíblico e referências a fanatismo e caos.
Considerado um jogo menor no catálogo da Rockstar, Bully pode ser descrito como um aperfeiçoamento da fórmula que tornou os seus predecessores tão famosos, chegando mesmo a superiorizar-se, em aspetos, aos títulos Grand Theft Auto.
Uma análise de algumas questões conceptuais e filosóficas em três videojogos em específico: Bioshock (2007), Andrew Ryan Undertale (2015) e NieR: Automata (2017).
Nesta adaptação de uma biografia rural norte-americana, vemos Ron Howard, insuspeito autor da tradição hollywoodiana dos melodramas para a família, na sua vocação e costume de privilegiar, em primeiro plano, a lírica cinematográfica, e tendencialmente secundarizar algum comentário social que possa estar presente na narrativa.