Chamamos a atenção para a conta recém-apagada de Nélson Vassalo, terrorista português de extrema-esquerda, acusado de ter arremessado um cocktail molotov a uma manifestação anti-aborto, um acto criminal gravíssimo: que tipo de conteúdos e ideologias veiculava e quem eram as pessoas mais próximas dos seus círculos de interação. Não ficarão surpreendidos.
Alguns elementos sobre o perfil do próprio e de quem com ele interagia:
Aqui, mais um académico com preocupações “sociais”, neste caso de habitação, troca impressões com o putativo terrorista:

Um actual quadro, possivelmente de origem nepotista, do actual partido socialista em amena cavaqueira com o acusado:

Dois conhecidos elementos de extrema-esquerda nesta rede que orbitam também alguma juventude socialista:

Um dos mesmos elencando soluções da praxe.
Note-se a proximidade entre “proibir” e eliminar.

Aqui, sendo corrigido por alguém que terá nascido pobre ou remediado mas cometido o pecado de não ser de extrema-esquerda.

Horas e horas de discussões sobre habitação, encontrando-se posições fanáticas que era impossível contrariar:

Mais do mesmo; note-se que visões inflexíveis sobre propriedade e direitos dos outros podem acabar com arremessos de cocktail Molotov.

Alguns colegas de extrema esquerda mostram surpresa: nunca imaginaram que o ódio alucinado ao “capitalismo” poderia acabar em actos criminosos.

Mais alguns colegas dos círculos de extrema esquerda:

Aqui nesta passagem, alguns sintomas do problema bem evidentes:

Mais aqui:

Aqui, curiosamente, tenta convencer alguém de que não existe mais crime nas grandes cidades; um ano depois, estava a atirar um cocktail Molotov a uma manifestação pacífica.

Aqui, discute-se ostracizar o partido livre por ser, aparentemente, um pouco menos chalupa do que outros. Note-se que o acusado é militante do PS.

Mais exemplos de activistas de extrema esquerda, com níveis semelhantes de ódio e violência, ficarem surpreendidos com alguém colocar em prática esses mesmos níveis de ódio e violência.

Através do archive org é possível aceder a publicações do próprio acusado. Eis aqui algumas. Nesta, em conversa com conhecidos colegas de extrema-esquerda, preocupações com a habitação:

Aqui, revoltam-se com uma história de violência provavelmente falsa, para dois anos depois atirarem cocktails molotov para cima de manifestações pacíficas:

Raiva, ressentimento, luta de classes, ódio, ignorância e desinformação: quem diria que poderia acabar em violência?

Mais algumas re-publicações de conhecidas contas de extrema esquerda. Os mesmos problemas: ódio, ignorância e desinformação.

Mais do mesmo: o “fascismo”, o imobiliário, etc.

Numa peça do Observador, novamente a surpresa, desta vez de uma colega na fbaul: nunca lhes passou pela cabeça que ódio irracional ao capitalismo, aos senhorios, à direita e aos “fascistas” não fosse uma coisa normal.

O mesmo padrão: em certos meios, ter posições de ódio de extrema esquerda contra o capitalismo e meio mundo é apenas ser um “homem de causas”, que tinha “opiniões”, e tudo aquilo era perfeitamente “normal”.

Não ter sido colocado em prisão preventiva aquando da primeira detenção permitiu ao suspeito apagar as contas das redes sociais. Apesar de já não acessíveis ao público, os conteúdos podem ser requeridos pelas autoridades para investigação através de formulário próprio.

Alguns profissionais de comunicação social da nossa praça, conhecidos por namorarem com as extremas esquerdas, acham também que esta pessoa era perfeitamente normal e não “ideologicamente extremista“.

Mais exemplos de figuras de extrema-esquerda surpreendidas com ódio poder levar a resultados práticos: “eu até sou mais radical que ele”, “já tinha reparado na radicalização”, etc.

Outros, ainda mais conhecidos, tentam desmarcar-se: “eu nem o conhecia”, rejeitando “culpa por associação” (que passam a vida a imputar aos outros) e incapazes de perceber o que um ambiente social de ódio constante pode criar.

Outros activistas de extrema esquerda mascarados de jornalismo alegam que só é ódio se chegar ao ponto da “guilhotina “.

Novamente um conhecido dos círculos de extrema-esquerda, em frequentes interacções com o acusado, resume: “a esquerda quer melhorar a vida de todos e os outros não”, daqui se passando facilmente para a máxima de os fins justificarem os meios.

Outros adiantam a hipótese conspirativa de se tratar de um ataque “false flag”, encenado pela parte contrária, além de mostrarem apoio ao acto se se tratasse de uma marcha “nazi”.

Com notável lata e inversão do foco, alguns alegam que os verdadeiros “malucos” são quem expõe o nicho de raiva e desinformação de onde proveio o putativo terrorista: são esses que merecem censura, não aqueles que diariamente vomitam ódio contra o “capitalismo” e os “fascistas”.

De novo, recusam reconhecer que os meios onde se movimentam fomentam ódio irracional com potencial para violência: o problema não é esse, o problema é a exposição, e quem o faz devia “ir a tribunal”.

Sem surpresas, dois conhecidos activistas de teclado, do mesmo meio radical e intolerante, desculpabilizam o acto: uma marcha anti-aborto é “ódio” e só pode esperar, em retorno, formas análogas de ódio como cocktails molotov para cima.

Uma radical de esquerda, professora universitária bastante conhecida na nossa praça, relativiza o ato, ligando-o a “milícias” imaginárias e pondo-o a par com a “violência de estado”.

Mais dois habituais mini-agitadores de extrema esquerda, conhecidos por campanhas de ódio, alegam que meras expressões verbais são “piores” que arremesso de cocktails molotov, ao que juntam apologia do mesmo tipo de violência.

Dois dos já referidos classificam como “pidesco” este elenco de interacções, círculos e meios onde viceja ódio idêntico ao do acusado, apesar de passarem a vida a chamar todos de “fascistas” e exporem pessoas publicamente por trivialidades.

