Na obra Os Limites da Ciência, Jorge Calado analisa o tópico destacando questões éticas, políticas e financeiras. Explora fraudes, financiamento e catástrofes, atualizando o livro com reflexões sobre a COVID-19. Uma crítica à descredibilização da ciência.
Reflexão sobre Noites Brancas e o conceito de sonhador em Dostoievski, um tema importante e recorrente para o autor: o “sonhador” é o indivíduo que se revolta com o seu destino.
Romance de formação artística, inacabado e vagamente autobiográfico, Sinais de Fogo não é um grande romance nem retrata a formação de um grande artista.
Assente nas preocupações de Georges Canguilhem e Michel Foucault com a biopolítica, o livro explica como organismos tecnocientíficos concebidos para sustentar a nação se tornaram importantes na institucionalização e expansão dos regimes de Mussolini, Salazar e Hitler, constituindo modernidades alternativas.
Falo de A Escuridão Branca, de David Gramm, por acreditar que a “atração das pequenas vozes” determinam a forma como conduzimos a nossa vida. Boa parte de nós nunca cometerá as loucuras a que o protagonista se votou. Esta é, também, uma história de loucura.
Sobre um tema musical tradicional, o Malhão de ir ao Meio, originário da região do Minho e muito ligado a Vila Verde, cuja letra é de autor desconhecido, sendo a versão apresentada em livro provavelmente uma das muitas variantes que a tradução oral foi mantendo viva.