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Crítica

Crítica: When Harry Met Sally (Rob Reiner, 1989) e as Dinâmicas do Masculino/Feminino

When Harry Met Sally apresenta o amor como um processo adversarial, com base em conflitos insanáveis, e não, como é comum na narrativa pós-romântica, uma narrativa de encontro e compatibilidade.

Crítica: A Ressaca (Todd Phillips, 2009)

Sobre o filme A Ressaca e como o que lá sucede é uma história de detectives, uma geneologia: perceber o que existiu antes – “o início” ex nihilo ou pós narcótico. É um mundo contra a tábua rasa, de um universo sem princípio: esta é a teoria ontológica que o filme sugere.

Crítica: Smile (Beach Boys, 1966-2004), ou como as obras incompletas são completas

Não é esclarecedor chamar à produção do álbum inacabado Smile, dos Beach Boys, de labiríntica ou inconcebível de ser finalizada. Muitos alinhamentos hipotéticos serviriam como conclusão; não devemos confundir falhanço contingente com a noção de obra impossível, que Smile não é.

É Possível um Novo Caminho para o Cinema Português. “A Febre de Maria João” Mostra Como

A curta-metragem de duração generosa – quase 30 minutos – “A Febre de Maria João” (2023; produção da responsabilidade de Maria & Mayer, Lda.) aponta um caminho curioso para o cinema português: simultaneamente estranho e conhecido, desconfortável e cómodo.

Crítica: Flor de Buriti de João Salaviza e Renée Messora já estreou nos cinemas nacionais

Sobre Flor de Buriti, documentário-ficção que mostra a luta de uma tribo indígena para conservar o seu território e cultura perante ameaças externas e a negligência do governo do Brasil.

Crítica: Estudos Comparados em “Viagem à Petrópolis”, C. Lispector e “O homem mais magro de Luanda”, Ondjaki

Sobre particularidades internas aos contos “Viagem à Petrópolis”, de Clarice Lispector, e “O homem mais magro de Luanda”, de Ondjaki: a composição dos textos e como eles podem se relacionar, aspectos semelhantes e discrepantes nas histórias, e como se constrói a narrativa em cada uma delas.

Crítica: «Ato de Criação», Gilles Deleuze, 1987

Sobre a conferência de Gilles Deleuze em 1987 na Fundação Europeia de Imagem e Som, identificando o conceito de corte, que convoca Pasolini, Rivette e Herrigel para complementar a reflexão sobre o que pode ser afinal um ato de criação.