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Crítica

Crítica: Oppenheimer (Christopher Nolan, Syncopy Inc, 2023)

Sobre as camadas filosóficas e metafísicas da película Oppenheimer, de Christopher Nolan, 2023, dedicada ao físico responsável pelo desenvolvimento da bomba atómica.

Crítica: Barbie (Greta Gerwig, Universal Pictures, 2023)

Sobre a película Barbie, de 2023, e as descontrucções dos papéis femininos e masculinos, num mundo ficcional que explode e materializa os tropos da famosa boneca e do seu parceiro.

Crítica: Indiana Jones e o Marcador do Destino (James Mangold, 2023)

Sobre o último trabalho da série cinematográfica Indiana Jones, um filme de aventuras construído sobre uma estrutura quase irrepreensível que lida com todos os problemas da série e com as expectativas dos espectadores.

A minha sabedoria é muda desumana: Número e Imagem em Isilda ou a nudez dos códigos de barras

Sobre a unidade poética no sujeito da obra "Isilda", uma empregada de caixa registadora, na forma como ela apresenta uma leitura dos gestos, atitudes, expressões faciais, dos clientes frequentes, não só através das suas características mas também dos produtos consumidos ou em falta.

Como o cinema reflete o real ou o transpor da vida em Yi-Yi, de Edward Yang

Análise do movimento cinematográfico em Yi-Yi, de Edward Yang: de filme para realidade fílmica e as ferramentas usadas nesse salto simbólico.

Peace to Mutants #2 — Katie Lee, Akiko Yano and Sinead O’Connor

Another brief foray on rare and exotic musical itens: this time regarding Katie Lee, Akiko Yano and Sinead O'Connor.

Silêncio como Método em 12 Angry Men, Sydney Lumet, 1957

Sobre a película 12 Angry Men (1957) e como a justiça e as leis do cinema concorrem juntas para o amadurecimento de uma absolvição silenciosa dentro de uma sala de jurados não necessariamente silenciosos.

O “Direito a Olhar” em Não Há Amor Maior, de Masaki Kobayashi

Onde se analisa o filme Não há amor maior (1959) de Masaki Kobayashi à luz da visualidade de Nicholas Mirzoeff, explorando o conflito entre a visualidade imperialista (complexo de poder) e a contravisualidade, através da luta de Kaji contra o sistema na 2ª Guerra Mundial.

Peace to Mutants #1 – The Space Lady

On the musical works of The Space Lady, another entry of a regular series dedicated to rare and exotic musical itens.

Crítica: «O modelo de Pickman», O Gabinete das Curiosidades, Guillermo del Toro (2022)

Convocando Oscar Wilde e Northrop Frye, elabora-se sobre várias maneiras de ver a arte na sua relação com a vida, com a adaptação do conto de H.P. Lovecraft O Gabinete das Curiosidades em pano de fundo.

Crítica: O ciborgue de Donna Haraway e a Poesia

Como a figura do ciborgue de Donna Haraway, em O Manifesto Ciborgue (1985), tem paralelos com certas ideias de teoria literária acerca de poemas.

Crítica: Dynamics Between Mankind and Nature in Margaret Atwood’s The Handmaid’s Tale and John Feffer’s Splinterlands

Um ensaio sobre as descrições da interacção distópica entre a espécie humana e a natureza em duas obras recentes da literatura norte-americana: The Handmaid’s Tale de Margaret Atwood’s e Splinterlands de John Feffer.

Crítica: Defesa Freudiana de Aspectos de uma Narrativa em Mulholland Drive (David Lynch, 2001)

Um argumento a favor do impulso da interpretação inteligível aplicado até a obras abstractas ou semi-abstractas como Mulholland Drive.

Gabinete de Curiosidades Literárias: O Piolho Viajante (António Manuel Policarpo da Silva, 1802)

Parte de uma rubrica sobre itens literários exóticos, esta dedicada à esdrúxula obra O Piolho Viajante, de 1802.

Crítica: Mother! (Darren Aronofsky, 2017)

Em “mother!”, de Aronofsky, o escritor (Bardem) cria um poema que transforma o mundo e atrai multidões fanáticas à casa onde vive com a companheira (Lawrence). Alegoria violenta sobre criação literária e física, civilização vs. selvajaria, com simbolismo bíblico e referências a fanatismo e caos.