Sobre como o vinho e os relógios podem pertencer a mundos muito distintos, porém encontramos dois pontos principais em comum: o envelhecimento e a personalização.
Sobre a chancela lendária do jazz, a Impulse Records, e a sua história desde as origens, fundação e sucesso inicial da editora, passando pela fase do produtor Bob Thiele, até de 1969 em diante.
Face a atitudes maniqueístas que opõem o bem ao mal e a verdade à mentira, munidos do mesmo grau de desconfiança que Simone Weil reserva a expressões precedidas pela palavra "nós", recomendamos um dos textos mais conhecidos da filósofa mística francesa.
Uma análise sobre o papel do treinador para além da função técnica, como formador e líder ético que molda atletas pela confiança e valores, criticando o doping no desporto de alta competição e defendendo uma filosofia baseada na ética para influenciar positivamente jovens e a sociedade.
A pílula contraceptiva e a emancipação sexual feminina: um mergulho na revolução que representou o este artifício médico em prol da autonomia sexual, da mitigação da gravidez indesejada e da obsolescência da vasectomia.
A propósito de escassez de imobiliário habitacional, reflecte-se sobre como a concepção de bens materiais em Portugal associa-os não a processos concretos que os trazem à existência, mas a uma materialização de constituintes metafísicos, alicerçada na pior versão da moral judaico-cristã — a do comiseramento erótico na pobreza e na escassez.
Uma breve descrição sobre as impressões do escritor americano John dos Passos acerca do famoso arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer e da cidade de Brasília.
Uma galeria deprimente de monumentos à revolução de 25 de Abril de 1974 em espaços públicos dos municípios portugueses, parte da grande tradição de péssimas obras públicas comemorativas trazida pela democracia posterior a esse período.
Sobre o relógio Ghibli, um monumento nacional no Japão que é na verdade um castelo de autómatos, reconhecível também na obra cinematográfica do estúdio: um bom exemplo de quando a arte ofusca a utilidade nos relógios.
Sobre comunicação institucional na internet do século XXI: como as instituições lidam, e como podem lidar melhor, com a selvajaria cognitiva e comunicacional das redes sociais na contemporaneidade.
Um divertido sortido de capas geralmente berrantes de um género de menor representação em Portugal mas de monumental sucesso no mundo anglófono: os “romances do coração”.
Sobre a histeria bovina das redes sociais e como afirmações comuns — não propriamente inteiramente certas nem inteiramente erradas — acerca de medicina, saúde e bem-estar podem estalar o clamor acéfalo das multidões.