Os relógios atómicos são as máquinas mais precisas já criadas. Do protótipo de amónia de Harold Lyons em 1949 ao estrôncio aprisionado em redes ópticas, marcaram a transição da observação dos astros para a física quântica. Hoje regulam o GPS, sincronizam a banca e testam a relatividade. E guardam histórias curiosas: um protótipo com um relógio de parede em cima, satélites “falhados” que confirmaram teorias, e cientistas que redefiniram o próprio segundo.
Balsemão não precisava de sujar as mãos. Conhecia bem os homens. Sabia que pagando-lhes bem, dando-lhes amplitude de ação dentro de parâmetros implicitamente bem claros de poder, conferindo-lhes status, a maioria, sobretudo os provindos da área “plebeia”, com predomínio de provenientes da chamada extrema-esquerda, todos eles fariam o que era suposto fazerem sem grandes sobressaltos.
Sobre a sobrevalorização dos abraços, que criam um escape às emoções, dão uma resposta pronta e inibem que essas sejam correctamente processadas, interrompendo-as. Isso faz com que não sejam autosuperadas, consequentemente trivializadas e apreendidas. Criam pessoas mimadas e emocionalmente dependentes, sempre prontas para se encostarem a alguém para lhes dar suporte, validação, aconchego e justificação para um sentimento ou emoção.
Era fim de tarde, a hora melancólica em que o sol se despede dos telhados. O Tavares, dono do café ExStasi, já tinha fechado a caixa. Foi então que dois agentes da PSP, em patrulha, detetaram três figuras imóveis, envoltas em negro, postadas ali, mesmo à porta do café.
Os defensores do imigracionismo alegam que a migração é natural porque sempre existiu, mas esse argumento é falacioso: ignora os riscos atuais, o contexto de oito mil milhões de pessoas, a tecnologia que acelera deslocações e a fragilidade dos sistemas sociais modernos.