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Sobre como a Bula Manifestis Probatum não criou Reino algum, porque ele já existia

Na primeira História de Portugal conhecida, de Fernando Oliveira, no séc. XVI, encontramos um ensaio muito interessante sobre a Bula Manifestis Probatum, que procura demonstrar o facto da Bula não criar Reino algum, porque ele já existia.

A milícia dos Besteiros do Reino, a história dos mesmos 

Excerto de A Arte da Guerra em Portugal, de Miguel Gomes Martins, sobre a história da milícia dos besteiros do reino de Portugal.

Mudança da Hora: uma história entre o tempo, a luz e os relógios

Hoje em dia, temos como certa a alteração da hora no último domingo de Março e de Outubro. Esta norma comum em toda a União Europeia nem sempre foi consensual ou linear. A mudança da hora tem raízes históricas profundas e está intimamente ligada à evolução da medição do tempo, à relojoaria e aos ritmos sociais e económicos das últimas gerações.

Uma Cantiga de Escárnio a um Nobre de Guimarães e à sua família, no tempo de D. Afonso III

Uma Cantiga de Escárnio a um Nobre de Guimarães, D. Rui Gomes de Briteiros, e à sua família, no tempo de D. Afonso III, por estes não armarem bem os seus homens para a Guerra (transcrita em Português corrente).

Sobre o ciclo anual de atividades rurais e comunitárias em uma vila medieval portuguesa

Excerto de José Mattoso sobre o ciclo anual de atividades rurais e comunitárias em uma vila medieval portuguesa, alinhado ao calendário litúrgico e às estações, com tarefas como matança de porcos, troca de ofícios, reparos no castelo, celebrações e gestão de recursos agrícolas e judiciais.

Duarte Nunes de Leão sobre as mulheres Portuguesas

Trecho de Duarte Nunes de Leão, do séc. XVI, que escreveu um capítulo na sua "Descripçam do Reyno de Portugal" sobre as mulheres Portuguesas.

Algumas alcunhas obscuras e cómicas na Idade Média Portuguesa

Algumas alcunhas obscuras e cómicas, até mesmo tornadas apelidos, na Idade Média Portuguesa. Descrição adaptada da obra O ser humano, fonte de humor na sua identificação, de Iria Gonçalves.

A História e o Funcionamento Técnico das Horas Temporais

Vivemos num mundo onde o tempo é uniformemente medido, com cada hora a representar o mesmo intervalo. Nem sempre foi assim: Durante um período significativo da história, o tempo era ajustado às variações naturais do dia e da noite. Este sistema das horas temporais dividia o dia em 12 partes de luz e 12 partes de escuridão, cuja duração variava ao longo do ano, refletindo o ciclo das estações e respeitando os ritmos da natureza.

Sobre o costumeiro pão de cada dia do Português Medieval, um estudo de caso

Sobre o costumeiro pão de cada dia do Português Medieval, um estudo de caso. Excerto da obra À mesa nas terras de Alcobaça em Finais da Idade Média, de Iria Gonçalves.

As Festividades do 25 de Abril: Uma Reflexão Crítica sobre o Legado da Revolução

Anualmente, uma procissão da burguesia intelectual de esquerda, advinda de toda a área metropolitana de Lisboa, já sem apoio relevante das antigas classes operárias, e à qual a maioria da população local de Lisboa é alheia, celebra um golpe de estado com cinquenta anos que já diz pouco à maioria dos portugueses.

Sobre habitação: basculando entre imbecilidade e populismo

Sobre propostas políticas populistas de limite do valor das rendas de habitação e de comparações desadequadas entre realidades completamente distintas como Portugal e Holanda.

Sobre a Casa da Guarda dos Augustos Primeiros Reis de Portugal

Sobre a Casa da Guarda dos primeiros reis de Portuga, excerto da obra A Guerra Cristã na Formação de Portugal - 1128-1249, de Carlos Filipe Afonso.

Como um Pai Português foi desmembrado por se recusar a ordenar ao Filho que entregasse o Castelo ao Castelhano (1383)

Excerto da obra Crónica de D. Fernando, cap. LXXIX, de Fernão Lopes, relatando um dramático episódio em que um pai português foi desmembrado por se recusar a ordenar ao filho que entregasse o castelo ao castelhano, em 1383.

Palavras Mal Usadas #4 — Oligarquia, Sororidade, Liberal, Queer, etc.

Rubrica dedicada a palavras mal usadas a que pontualmente acrescentamos exemplos contemporâneos — e às vezes esse critério pode ser tão estrito como a recorrência do uso de determinada palavra ao longo de um período curto de poucos meses.

Como os Sebastianistas e os apologistas do Quinto Império não são bons Portugueses, um excerto

Uma passagem da Crónica de D. Fernando, cap. LXXIX, de Fernão Lopes., explicando Como os Sebastianistas e os apologistas do Quinto Império não são bons Portugueses.