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Galeria: Inéditas armas de Portugal nos Armoriais Medievais estrangeiros

Uma breve galeria com armas de Portugal nos Armoriais Medievais estrangeiros, entre 1380 e 1486.

Quando Lisboa é cercada de exércitos, um estudo histórico sobre a prática de um sitiado

Quando Lisboa é cercada de exércitos, um estudo histórico sobre a prática de um sitiado: excerto de Lisboa e a Guerra (1367-1411), volume da autoria de Miguel Gomes Martins.

Principais Construtores de Instrumentos para Bandas Filarmónicas

Da tradição artesanal à inovação tecnológica, os maiores construtores de instrumentos musicais moldam o som das bandas filarmónicas em todo o mundo. Eis os nomes que estão por trás dos clarinetes, trompetes, tubas e percussões que dão vida às filarmónicas — marcas com séculos de história e uma missão comum: servir a música com excelência.

Cronologia de Batalhas do Reino de Portugal de 1128 a 1200, com rácio Vitória/Derrota.

Um enunciado das batalhas do Reino de Portugal de 1128 a 1200, incluindo a menção do rácio entre vitória e derrota.

Carta de Juan I de Castela ao Concelho de Múrcia, a notificar a derrota no campo de Aljubarrota

Texto original da carta de Juan I de Castela ao Concelho de Múrcia, a notificar a derrota no campo de Aljubarrota, em Sevilha, 29 de Agosto de 1385.

Uma Ordenação militar ao Concelho de Lisboa pelo Augusto Senhor D. Duarte (1436)

Excerto de Leitura Nova, Livro X da Estremadura, representando uma Ordenação militar ao Concelho de Lisboa por D. Duarte, em 1436.

Sobre Democracia e Redes Sociais

Sentados na comodidade da democracia burguesa que fingem desprezar, gritam que a ascensão da extrema-direita é culpa do algoritmo. Esquecem-se, como sempre, que a história não começou em 2024, nem em 1974, e muito menos com a primeira selfie dos políticos.

Sobre como a Bula Manifestis Probatum não criou Reino algum, porque ele já existia

Na primeira História de Portugal conhecida, de Fernando Oliveira, no séc. XVI, encontramos um ensaio muito interessante sobre a Bula Manifestis Probatum, que procura demonstrar o facto da Bula não criar Reino algum, porque ele já existia.

A milícia dos Besteiros do Reino, a história dos mesmos 

Excerto de A Arte da Guerra em Portugal, de Miguel Gomes Martins, sobre a história da milícia dos besteiros do reino de Portugal.

Mudança da Hora: uma história entre o tempo, a luz e os relógios

Hoje em dia, temos como certa a alteração da hora no último domingo de Março e de Outubro. Esta norma comum em toda a União Europeia nem sempre foi consensual ou linear. A mudança da hora tem raízes históricas profundas e está intimamente ligada à evolução da medição do tempo, à relojoaria e aos ritmos sociais e económicos das últimas gerações.

Uma Cantiga de Escárnio a um Nobre de Guimarães e à sua família, no tempo de D. Afonso III

Uma Cantiga de Escárnio a um Nobre de Guimarães, D. Rui Gomes de Briteiros, e à sua família, no tempo de D. Afonso III, por estes não armarem bem os seus homens para a Guerra (transcrita em Português corrente).

Sobre o ciclo anual de atividades rurais e comunitárias em uma vila medieval portuguesa

Excerto de José Mattoso sobre o ciclo anual de atividades rurais e comunitárias em uma vila medieval portuguesa, alinhado ao calendário litúrgico e às estações, com tarefas como matança de porcos, troca de ofícios, reparos no castelo, celebrações e gestão de recursos agrícolas e judiciais.

Duarte Nunes de Leão sobre as mulheres Portuguesas

Trecho de Duarte Nunes de Leão, do séc. XVI, que escreveu um capítulo na sua "Descripçam do Reyno de Portugal" sobre as mulheres Portuguesas.

Algumas alcunhas obscuras e cómicas na Idade Média Portuguesa

Algumas alcunhas obscuras e cómicas, até mesmo tornadas apelidos, na Idade Média Portuguesa. Descrição adaptada da obra O ser humano, fonte de humor na sua identificação, de Iria Gonçalves.

A História e o Funcionamento Técnico das Horas Temporais

Vivemos num mundo onde o tempo é uniformemente medido, com cada hora a representar o mesmo intervalo. Nem sempre foi assim: Durante um período significativo da história, o tempo era ajustado às variações naturais do dia e da noite. Este sistema das horas temporais dividia o dia em 12 partes de luz e 12 partes de escuridão, cuja duração variava ao longo do ano, refletindo o ciclo das estações e respeitando os ritmos da natureza.