Sobre uma birra de quinze manifestantes na Faculdade de Letras de Lisboa, em 2022, interpretada como uma "manifestação" e amplificada pela comunicação social e pelas redes sociais, na defesa de posições não correspondentes à opinião da maioria dos estudantes.
Sobre o trabalho da universidade moçambicana e dos seus agentes de cooperação no desenvolvimento de iniciativas baseadas no meio local de modo a gerar um impacto global.
Sobre o paradoxo do mandarim tendo como base a obra de Eça de Queirós: será o homem capaz de se manter fiel à virtude se estiver certo de que o seu crime passará impune aos olhos da humanidade?
Uma análise do caso da autogestão da fábrica Sogantal, a partir do Jornal Combate e do Jornal da Sogantal, no contexto do período revolucionário português do final do século XX.
Uma análise à difícil fronteira entre liberdade de expressão legítima e expressões de apelo ao ódio ou à violência que se encontrem na fronteira do crime, de acordo com a jurisprudência do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos.
Um paralelo entre representações de espaço sexualizado e o que advém desta separação na obra artística de mulheres. Será o espaço nas obras também ele representado como sexualizado, ou a forma como estas são demonstradas servirá como uma crítica a este mesmo conceito?
Sobre a função do teatro de ópera durante a primeira república do Brasil, como se manifesta e dialoga com a sociedade e a organização política cultural e participa do movimento Nacionalista.
Uma abordagem à existência do ritmo musical sem a característica da pulsação, analisando exemplos de Ligeti, Aphex Twin, Burial e outros, que discute como ritmos não-pulsantes desafiam o conceito tradicional, ampliando a experiência auditiva e a criação musical.
Sobre a editora discográfica 4AD, fundada por Ivo Watts-Russell em 1980, casa de inúmeras gravações lendárias de música dark ambient e rock alternativo, entre outros géneros.
Para dar a conhecer o trabalho desenvolvido na Associação Portuguesa de Paremiologia, dedicada ao estudo dos provérbios, uma conversa com o Dr. Rui Soares, a Dra. Marinela Soares e Tomás Vicente Ferreira.
An essay on the kantian origins of the theory that democratic states rarely fight one another: its virtues, its flaws and its history of interpretation.
Sobre como o direito de resistência como direito jurídico positivo não legitima a desobediência a ordens segundo os parâmetros constitucionais, ao contrário do que sucede com o direito de resistência na sua formulação filosófica.
Sobre como o distributismo, teoria política ainda desconhecida por muitos, pode ser solução para a desorientação cultural e a necessidade de um mundo mais sustentável.