Sobre a função do teatro de ópera durante a primeira república do Brasil, como se manifesta e dialoga com a sociedade e a organização política cultural e participa do movimento Nacionalista.
Uma abordagem à existência do ritmo musical sem a característica da pulsação, analisando exemplos de Ligeti, Aphex Twin, Burial e outros, que discute como ritmos não-pulsantes desafiam o conceito tradicional, ampliando a experiência auditiva e a criação musical.
Sobre a editora discográfica 4AD, fundada por Ivo Watts-Russell em 1980, casa de inúmeras gravações lendárias de música dark ambient e rock alternativo, entre outros géneros.
Para dar a conhecer o trabalho desenvolvido na Associação Portuguesa de Paremiologia, dedicada ao estudo dos provérbios, uma conversa com o Dr. Rui Soares, a Dra. Marinela Soares e Tomás Vicente Ferreira.
An essay on the kantian origins of the theory that democratic states rarely fight one another: its virtues, its flaws and its history of interpretation.
Sobre como o direito de resistência como direito jurídico positivo não legitima a desobediência a ordens segundo os parâmetros constitucionais, ao contrário do que sucede com o direito de resistência na sua formulação filosófica.
Sobre como o distributismo, teoria política ainda desconhecida por muitos, pode ser solução para a desorientação cultural e a necessidade de um mundo mais sustentável.
O tema da máscara em O Homem Duplicado, de José Saramago, sob três perspectivas: a máscara em relação ao nome, a máscara como disfarce e a máscara social como o sorriso.
Em mais um episódio alarmista sobre "racismo", em 2022, ninguém se entende: os dirigentes do futebol e as associações cívicas, as editoras de livros, e os professores de filosofia. Tudo intermediado pela pouco esclarecedora comunicação social.
Um estudo sobre o sentimento público da população portuguesa relativamente a António de Oliveira Salazar, 50 anos após a sua morte, usando a rede social Twitter.
Três avisos: sobre colar as mãos a obras de arte em protesto, o uso abusivo de epítetos políticos pejorativos, e a distribuição ideológica dos orgãos de comunicação social.
Análise do romance O Que Fazem Mulheres de Camilo Castelo Branco como metaliteratura oitocentista, destacando prólogos, capítulo avulso, interrupções, erratas e suplemento que refletem sobre a escrita, a ficcionalidade e a virtude da obra ligada a Ludovina.