Sobre a editora discográfica 4AD, fundada por Ivo Watts-Russell em 1980, casa de inúmeras gravações lendárias de música dark ambient e rock alternativo, entre outros géneros.
Em mais um episódio alarmista sobre "racismo", em 2022, ninguém se entende: os dirigentes do futebol e as associações cívicas, as editoras de livros, e os professores de filosofia. Tudo intermediado pela pouco esclarecedora comunicação social.
Três avisos: sobre colar as mãos a obras de arte em protesto, o uso abusivo de epítetos políticos pejorativos, e a distribuição ideológica dos orgãos de comunicação social.
Denúncia de como a leitura do famoso “paradoxo da tolerância” de Karl Popper popularizada por um famoso cartoon que circula na internet é uma distorção grosseira das palavras do filósofo, que nunca advogou cancelamentos nem restrições do discurso.
Uma falácia frequente que observamos no discurso público é afirmar-se que, no contexto português, certos pontos de vista eventualmente aberrantes — p.ex., racismo, homofobia, fascismo, etc. — não são opinião, são crime. Ora tal é, à luz do direito português, absolutamente falso.
Recordamos o mundo fantástico e espampanante das revistas de literatura e arte de vanguarda do início do século XX: o dealbar de novas formas de modernidade, já pós industrial, que existiam numa atmosfera de vigor intelectual único e até agora pouco ou nada reeditado.
Breve descrição dos conceitos relacionados com os instrumentos lógicos dos mundos possíveis e da modalidade, num breve ensaio destinado a iniciados na matéria.
Sobre exposições sensacionalistas de comportamentos como assédio ou abuso moral ou sexual, recomendamos precaução e cepticismo quanto à denúncia colectiva e à histeria jornalística: as acusações devem ser analisadas ao pormenor e com objectividade, longe do clamor das multidões.
Sobre Rebecca, um ensaio fotográfico de Joana Fontinha, projecto que cultiva a alma espectadora com a lição do amor – do amor não correspondido, por exemplo, ou dos amores em que num par um se sobressai do outro nos afetos, nas carícias, nos desejos.
Parte ode, parte biografia, sobre o herói improvável Eddie the Eagle, esquiador olímpico em 1988, uma autêntica ave rara das ilhas britânicas, que passou, na qualificação e durante a própria competição olímpica, por uma série de inúmeras peripécias que vale a pena revermos.
Nota editorial sobre como as universidades só se podem colocar ao lado do tipo de sociedade onde as liberdades de pensamento e de expressão de facto existem, e não das sociedades onde essas liberdades tendencialmente ou em absoluto não existem.