No coração do verão: heróis de Tolkien, a mulher no Islão, teorema das quatro cores, o jogo e a aprendizagem, comediantes sobrevalorizados, noise against fascism, guerra colonial, terapias alternativas, artes visuais, história de Portugal, instrumentos de filarmónicas, Hilbilly Elegy e Isilda.
Tolkien recria o herói: não o aristocrata com dons divinos à maneira grega, mas o comum, como Samwise e Giles, que pela lealdade, amor e coragem frente ao inesperado se tornam grandes. O heroísmo, em Tolkien, nasce no ordinário e floresce em atos de sentido e sacrifício.
On how the poor treatment of women in contemporary Muslim-majority societies stems not primarily from Islam’s core teachings but from the persistence of pre-Islamic cultural traditions, amplified by selective scriptural interpretations, historical shifts, and modern political agendas.
Qual o número mínimo de cores necessárias para colorir um mapa? Procura ilustrar-se como o processo de demonstração do Teorema das Quatro Cores alterou a Matemática a nível das práticas, das técnicas utilizadas e na sua Filosofia.
Onde se destacam os benefícios e as melhores práticas para o uso de jogos como ferramentas educativas, promovendo abordagens inovadoras no ensino e na aprendizagem.
Durante duas décadas, Ricardo Araújo Pereira foi elevado pela imprensa e académicos ao estatuto intocável de referência intelectual do humor em Portugal, como também pensador, comentador, farol moral. Este fenómeno de canonização mediática é revelador de mais do que o talento do próprio: mostra como, em Portugal, a crítica é substituída por reverência, e a inteligência por um cinismo pós-moderno disfarçado de lucidez.
Sobre o paradoxo do “Noise” — género musical experimental, visto como antifascista — cuja origem remonta ao futurista e confesso fascista Luigi Russolo. Fascismo e antifascismo, apesar de se oporem, muitas vezes partilham raízes e métodos semelhantes.
As terapias complementares emergem como aliadas poderosas, oferecendo não apenas alívio, mas também uma conexão profunda com a natureza e o próprio corpo. Entre essas práticas, a aromaterapia, a massoterapia e a fitoterapia destacam-se pela abordagem holística, trabalhando em sinergia para criar uma verdadeira sinfonia de cura, relaxamento e revitalização.
Em Maio de 1968, enquanto jovens franceses protestavam por liberdade, em Portugal rapazes eram enviados para a guerra colonial. Retrato, com lirismo e dor, da partida no Niassa rumo à Guiné e o sofrimento dos soldados e das famílias no cais.
Galeria com trabalhos de Ana Frias. A Ana encontra-se atualmente a frequentar a licenciatura em Mediação Artística e Cultural na Escola Superior de Educação de Lisboa. Formada em Fotografia pela Escola Profissional de Imagem em 2016, tem desenvolvido projetos que exploram a interação entre tempo, espaço e palavra, com especial foco na fotografia de arquitetura. Além da fotografia, tem-se dedicado a projetos colaborativos, procurando novas formas de expressão e narrativas que aproximam.
Quando Lisboa é cercada de exércitos, um estudo histórico sobre a prática de um sitiado: excerto de Lisboa e a guerra (1367-1411), de Miguel Gomes Martins.
Da tradição artesanal à inovação tecnológica, os maiores construtores de instrumentos musicais moldam o som das bandas filarmónicas em todo o mundo. Eis os nomes que estão por trás dos clarinetes, trompetes, tubas e percussões que dão vida às filarmónicas — marcas com séculos de história e uma missão comum: servir a música com excelência.
Jantar de verão com a equipa da Revista Minerva Universitária e seus colaboradores.
Nesta adaptação de uma biografia rural norte-americana, vemos Ron Howard, insuspeito autor da tradição hollywoodiana dos melodramas para a família, na sua vocação e costume de privilegiar, em primeiro plano, a lírica cinematográfica, e tendencialmente secundarizar algum comentário social que possa estar presente na narrativa.
Sobre a unidade poética no sujeito da obra “Isilda”, uma empregada de caixa registadora, na forma como ela reflexiona e apresenta uma leitura dos gestos, atitudes, expressões faciais, dos clientes frequentes, não só através das suas características mas também dos produtos consumidos ou em falta.
Os funnnies deste mês, só com factos.
Fotografia de Louisine Havemeyer (1855–1929), uma das mais influentes colecionadoras e patronas de arte norte-americanas do final do século XIX e início do XX. Herdeira de uma grande fortuna industrial, destacou-se pelo seu papel pioneiro na introdução do impressionismo francês nos Estados Unidos, incentivada pela amiga Mary Cassatt, que a orientou nas aquisições de obras de Manet, Monet, Degas e Renoir. Ao lado do marido, Henry Havemeyer, reuniu uma das mais importantes coleções privadas da época, abrangendo pintura europeia, arte decorativa e peças asiáticas, cuja qualidade rivalizava com a de museus. A sua generosidade culminou em significativas doações ao Metropolitan Museum of Art, que transformaram a instituição numa referência internacional, consolidando o seu legado como mecenas visionária e promotora do gosto moderno na América.
No outono: Estádio do Restelo, a igreja e o liberalismo, Edward Said, imperadores e o deboche, três burcas, a diagese imigracionista, fotografia de viagem, abril em novembro, um novo laço, relógios atómicos, consciência nacional em 1580, Dom Pedro a espancar um bispo, filmes: Parasita e Barbie.
Rumo ao verão: azulejaria, sociedades do controlo, o poema a falar, anti-imigração, a liberdade da caricatura, história de Portugal, as civilizações, A Ressaca, o jet lag e a Clean Feed.
Seis inéditos, a representação da mulher passiva, Pessoa e Marx, Wittgenstein e Heidegger, saunas gay, o ramo de ouro, violações e tubarões, quatro críticos subversivos, homoerotismo e heroínas.