Another chapter in a series dedicated to bizarre and hidden musical gems, this time devoted to a awkward singer from the 20s, a 70's psychedelia legend and a classic reggae act from the early 80s.
Sobre palavras mal usadas, e aproveitando o destaque pós-moderno de certos neologismos pronominais ligadas a identidades de género, evidenciamos o absurdo social das nomenclaturas e formas de tratamento, em particular nas sociedades mais ortodoxas e provincianas.
Sobre algumas escolhas de carreira do actor Charlton Heston e como podem reflectir a sua tendência politicamente conservadora, em particular na trilogia Soylent Green, Planet of the Apes e Omega man.
Uma mini biografia de Joana de Arc, que não visa tanto exibir academicamente os factos da sua vida, mas fazer uma apologia à personagem e, possivelmente, gerar admiração nos leitores quanto à sua biografia.
Excertos de As Mulheres do meu País, de Maria Lamas, um livro de 1948 que pretendia retratar a vida das mulheres portuguesas (maioritariamente pertencentes ao mundo rural) na época.
A Sandra May é uma jovem escritora cujo mais recente livro tem sido um sucesso. Nesta conversa, a escritora falou sobre o seu processo de escrita, a sua mais recente obra e o trabalho de apoiar e incentivar novos escritores.
Sobre as diferenças fundamentais entre direitos e liberdades fundamentais e direitos económicos, sociais, culturais e ambientais, na medida em que os segundos são dependentes de orçamentos avolumados e os primeiros não.
Sobre as camadas filosóficas e metafísicas da película Oppenheimer, de Christopher Nolan, 2023, dedicada ao físico responsável pelo desenvolvimento da bomba atómica.
Sobre a película Barbie, de 2023, e as descontrucções dos papéis femininos e masculinos, num mundo ficcional que explode e materializa os tropos da famosa boneca e do seu parceiro.
Sobre o último trabalho da série cinematográfica Indiana Jones, um filme de aventuras construído sobre uma estrutura quase irrepreensível que lida com todos os problemas da série e com as expectativas dos espectadores.
Seis inéditos, a representação da mulher passiva, Pessoa e Marx, Wittgenstein e Heidegger, saunas gay, o ramo de ouro, violações e tubarões, quatro críticos subversivos, homoerotismo e heroínas.
Sobre a unidade poética no sujeito da obra "Isilda", uma empregada de caixa registadora, na forma como ela apresenta uma leitura dos gestos, atitudes, expressões faciais, dos clientes frequentes, não só através das suas características mas também dos produtos consumidos ou em falta.
Again Cláudia Zafre brings us rare and exotic musical itens: the masochistic tangos of Tom Lehrer, japanese punk-rock of Teengenerate and the caustic compositions of Boris Vian.
Sobre a qualidade absolutamente paupérrima, em termos formais e conteudísticos, da crítica de música contemporânea em Portugal ao longo de todo o período democrático pós-1974, situação que se mantém até ao presente.
A full transcript of the debate that took place in Toronto, 2019, between two famous pop-psychology and pop-philosophy thinkers, Jordan Peterson and Slavoj Žižek.
Sobre o papel do humor em Kierkegaard, bem como o modo como o integrou no seu pensamento, a forma como se relaciona com a teoria dos três estádios da existência humana e, por fim, como dialoga com as categorias de cómico e de ironia.
Breve nota editorial sobre a confusão entre assédio moral e assédio sexual na academia hoje: a pouca importância que mediaticamente se dá ao primeiro e a atenção desmedida, inflacionada e sensacionalista que o segundo recebe.
Sobre um relato de uma relação abusiva publicado na imprensa portuguesa em 2023, o padrão de representação da mulher como vítima passiva e sem agência que representa, e os atavismos de algumas elites intelectuais face aos dogmas do momento relacionados com o tópico.
Oito inéditos, como cozinhar racismo, coloquialismos equivocados, transgénero como travestismo, a idade do consentimento, "why evolution is true", progressismo/nacionalismo, cinema distópico e Peele.
Num romance de Ondjaki, o rapazinho Ndalu vive uma série de peripécias no seu dia-a-dia, muito vivas, muito pueris, convivendo com a família e com quem lhe é próximo: é com estes preceitos que assim se desenvolve um romance de formação.
As mil e uma maneiras de cozinhar racismo: uma reflexão sobre perspectivas limitadas, mediática e politicamente manipuladas, acerca de um fenómeno vasto, universal e constante: o racismo.