Sobre as diferenças fundamentais entre direitos e liberdades fundamentais e direitos económicos, sociais, culturais e ambientais, na medida em que os segundos são dependentes de orçamentos avolumados e os primeiros não.
Sobre as camadas filosóficas e metafísicas da película Oppenheimer, de Christopher Nolan, 2023, dedicada ao físico responsável pelo desenvolvimento da bomba atómica.
Sobre a película Barbie, de 2023, e as descontrucções dos papéis femininos e masculinos, num mundo ficcional que explode e materializa os tropos da famosa boneca e do seu parceiro.
Sobre o último trabalho da série cinematográfica Indiana Jones, um filme de aventuras construído sobre uma estrutura quase irrepreensível que lida com todos os problemas da série e com as expectativas dos espectadores.
Seis inéditos, a representação da mulher passiva, Pessoa e Marx, Wittgenstein e Heidegger, saunas gay, o ramo de ouro, violações e tubarões, quatro críticos subversivos, homoerotismo e heroínas.
Sobre a unidade poética no sujeito da obra "Isilda", uma empregada de caixa registadora, na forma como ela apresenta uma leitura dos gestos, atitudes, expressões faciais, dos clientes frequentes, não só através das suas características mas também dos produtos consumidos ou em falta.
Again Cláudia Zafre brings us rare and exotic musical itens: the masochistic tangos of Tom Lehrer, japanese punk-rock of Teengenerate and the caustic compositions of Boris Vian.
Sobre a qualidade absolutamente paupérrima, em termos formais e conteudísticos, da crítica de música contemporânea em Portugal ao longo de todo o período democrático pós-1974, situação que se mantém até ao presente.
A full transcript of the debate that took place in Toronto, 2019, between two famous pop-psychology and pop-philosophy thinkers, Jordan Peterson and Slavoj Žižek.
Sobre o papel do humor em Kierkegaard, bem como o modo como o integrou no seu pensamento, a forma como se relaciona com a teoria dos três estádios da existência humana e, por fim, como dialoga com as categorias de cómico e de ironia.
Breve nota editorial sobre a confusão entre assédio moral e assédio sexual na academia hoje: a pouca importância que mediaticamente se dá ao primeiro e a atenção desmedida, inflacionada e sensacionalista que o segundo recebe.
Sobre um relato de uma relação abusiva publicado na imprensa portuguesa em 2023, o padrão de representação da mulher como vítima passiva e sem agência que representa, e os atavismos de algumas elites intelectuais face aos dogmas do momento relacionados com o tópico.
Sobre como a Escola não é um espaço público, nem de debate aberto, nem de construção de novas ideias, e muito menos um espaço de transformação, mas sim um espaço de limitação do indivíduo, de disciplina e vigilância.
Oito inéditos, como cozinhar racismo, coloquialismos equivocados, transgénero como travestismo, a idade do consentimento, "why evolution is true", progressismo/nacionalismo, cinema distópico e Peele.
Num romance de Ondjaki, o rapazinho Ndalu vive uma série de peripécias no seu dia-a-dia, muito vivas, muito pueris, convivendo com a família e com quem lhe é próximo: é com estes preceitos que assim se desenvolve um romance de formação.
As mil e uma maneiras de cozinhar racismo: uma reflexão sobre perspectivas limitadas, mediática e politicamente manipuladas, acerca de um fenómeno vasto, universal e constante: o racismo.
Superação da dor através do esforço do exercício físico. Musculação e natação como as provas mais emblemáticas para a renovação do corpo e da disposição anímica humana, que se transforma com o passar do tempo.
Assistiu-se, durante o ano de 2023, a pequenas manifestações de um certo enfado e até revolta, não só das pessoas em geral mas particularmente de alguma população gay e lésbica, com os tradicionais eventos Pride.
Uma reflexão sobre como algumas pontuais e minoritárias objecções a monumentos que celebrem expansões culturais e militares europeias se alicerçam, de forma encapotada, numa teoria subconsciente de supremacia cultural ocidental.
A Sandra May é uma jovem escritora cujo mais recente livro tem sido um sucesso. Nesta conversa, a escritora falou sobre o seu processo de escrita, a sua mais recente obra e o trabalho de apoiar e incentivar novos escritores.
Palavras mal usadas: expressões de uso corrente no léxico público relacionadas com cultura, política e história das ideias em geral, que calcificaram enquanto meros chavões com significados extintos, anacrónicos ou sem lógica à partida.