Arte e Engenho: Idealismo Alemão e Nietzsche, Batalha de Ourique, António Sérgio e o Integralismo, Youth Slang: Internet vs Street, Inovação vs Progresso, Barrigas de Aluguer, Ideologia de Género, O que é o Fascismo?, Os Primórdios do Reino Suevo, Violência Sanguinária no Clero, Os Relógios de Stranger Things, Handmaid’s Tale e Splinterlands, Oppenheimer, Caricaturas de Rui Cavaleiro.
Onde se: (i) debate sobre o idealismo alemão; (ii) apresenta o pensamento do Nietzsche e o niilismo; (iii) discute a relação entre existencialismo e niilismo, e por fim, (iv) debruça sobre a hermenêutica e desconstrutivismo.
A Batalha de Ourique tem um papel preponderante na narrativa histórica portuguesa. Mesmo com incertezas acerca do confronto, os seus efeitos foram de importância para a afirmação do Reino de Portugal. É por meio de um conjunto de batalhas — como a Batalha de São Mamede (Junho de 1128) e a Batalha de Ourique — que se concretiza a vontade independentista do Condado Portucalense em tornar-se Reino de Portugal.
O filósofo e ensaísta António Sérgio entende que não existe nenhum espírito filosófico sólido no integralismo, ao corresponder a uma seita pueril e paradoxal, não podendo levar as ideias políticas a sério por serem influenciadas pela tradição monárquica integral francesa, contendo a apologia do rei e do poder da Igreja Católica.
On how contemporary youth slang is fundamentally shaped by internet- based environments and differs structurally, socially, and cognitively from earlier forms of street-based slang grounded in face-to-face interaction.
A chamada “barriga de aluguer” consiste numa mulher que engravida e dá à luz um bebé para outra pessoa ou casal, num processo frequentemente mediado por contratos, clínicas e intermediários.
Um bebé encomendado, gestado e entregue. Esta prática levanta uma série de dilemas éticos profundos que não podem ser ignorados, sobretudo quando analisados à luz do feminismo e dos direitos humanos.
A palavra “inovação” não substitui inocentemente “progresso”. Enquanto o progresso aponta para um futuro desejado, a inovação nasce da urgência de conservar um presente em crise. A troca revela o cansaço da nossa relação com o futuro.
A ideologia de género, entendida aqui não como a existência de pessoas com sofrimento real, mas como um sistema normativo que separa linguagem, identidade e lei da realidade, encaixa estruturalmente numa definição de caos que quando não é enfrentado cresce e exige sacrifícios humanos.
De todas as questões sem resposta do nosso tempo, talvez a mais importante seja “O que é o Fascismo”. Tudo o que se pode fazer, por agora, é usar a palavra com um certo grau de prudência e não, como geralmente se faz, degradá-la ao nível de um palavrão. Texto de George Orwell, 1944.
À capa da revista “Time do Restelo” das últimas semanas juntamos duas fictícias.
Sonhemos com o verão e o Mediterrâneo, acompanhados de Maria Callas e Pier Paolo Pasolini.
Sobre os Suevos na Ibéria: a entrada que S. Isidoro de Sevilha faz à sua Suevorum Historica, muito embora curta e ambígua, traz-nos uma ideia particularmente interessante a respeito do primeiro Rei Suevo na Ibéria, Hermerico.
Embora Stranger Things não seja uma obra sobre relojoaria ou ciência do tempo no sentido técnico, o tempo ocupa um papel estrutural na narrativa. Aqui revemos algumas das peças que despontam na série.
Um ensaio sobre as descrições da interacção distópica entre a espécie humana e a natureza em duas obras recentes da literatura norte- americana: The Handmaid’s Tale de Margaret Atwood’s e Splinterlands de John Feffer.
Sobre as camadas filosóficas e metafísicas da película Oppenheimer, de Christopher Nolan, 2023, dedicada ao físico responsável pelo desenvolvimento da bomba atómica.
Funnies!
Debra Force é uma destacada especialista e mercadora americana de arte, fundadora da Debra Force Fine Art, Inc., em 1999, em Nova Iorque, uma galeria especializada em pinturas, desenhos e esculturas americanas dos séculos XVIII, XIX e XX.
Com formação académica e experiência inicial no departamento de pinturas americanas da Christie’s (1984-1989), e tendo sido curadora e diretora do museu da CIGNA em Filadélfia, construiu uma carreira respeitada como consultora, avaliadora (incluindo participação no programa Antiques Roadshow da PBS) e promotora de obras de alta qualidade do mercado secundário.
O seu patronato das artes destaca-se pelo compromisso em preservar, expor e fomentar o colecionismo de arte americana histórica, através da organização de numerosas exposições anuais (na galeria e em feiras de arte prestigiadas como The Winter Show), publicação de catálogos, vendas de obras a instituições de renome (como o Metropolitan Museum of Art, Whitney Museum of American Art e Museum of Fine Arts, Boston), consultoria para construção e gestão de coleções, planeamento de heranças e educação sobre arte e mercado americanos, contribuindo assim significativamente para a difusão e valorização cultural dessa tradição artística ao longo de três séculos.
Guerra na Madeira, ciberespaço e Dédalo, Aristóteles e Édipo Rei, Ricardo A. Pereira, hipermodernidade, belo e transgressão, reis e moedas, música tradicional, Smile, a Febre de Maria João, e mais.
Governo sombra: novidades tecnológicas na educação, mudança de sexo como fraude médica, autogestão da sogantal, metafísica do amor, racionalidade como sobrevivência, o que os outros vêem em nós, ano da física quântica, procissão de abril como celebração datada, Portugal medieval, artes visuais, os limites da ciência, cinema italiano e art of the deal.
De volta ao mundo: economia da atenção, arqueologia transmontana, fim do liberalismo, legado do digital, prefácios, colónias: prós e contras, tomada de Badajoz, besteiros do conto, relógios atómicos, ECM.