2001, ano zero: onde se analisa, pela óptica da cultura visual, cinema e videoclipes pós-11 de setembro de 2001, isolando sintomas implícitos do evento como ponto de mudança em obras de massa que, sem o referir directamente, refletem o seu tempo.
Oito inéditos, revistas para adultos, Bildungsroman, Weil, Wilde, Oxford English Dictionary, o senhor “Hilter”, eat ze bugz, e uma entrevista ao director.
Nesta conversa, a escritora Sandra May falou sobre o seu processo de escrita, a sua mais recente obra e o trabalho de apoiar e incentivar novos escritores.
Sobre o famoso e icónico acessório das campanhas políticas de Donald Trump, o boné MAGA, como signo cultural e mediador social, explorando a história simbólica dos chapéus, teorias de Barthes, Debord e Le Bon, e o seu papel psicológico tribal que acentua divisões políticas nos EUA.
Sobre como o vinho e os relógios podem pertencer a mundos muito distintos, porém encontramos dois pontos principais em comum: o envelhecimento e a personalização.
Sobre a chancela lendária do jazz, a Impulse Records, e a sua história desde as origens, fundação e sucesso inicial da editora, passando pela fase do produtor Bob Thiele, até de 1969 em diante.
Sobre a película 12 Angry Men (1957) e como a justiça e as leis do cinema concorrem juntas para o amadurecimento de uma absolvição silenciosa dentro de uma sala de jurados não necessariamente silenciosos.
Seis inéditos, submissões abertas, uma colecção de frases escritas nas paredes de Lisboa, assédio e romance na academia, colonialismo, desenvolvimento, circuncisão e mutilação, vegetarianos famosos, e filmes sobre comida.
Face a atitudes maniqueístas que opõem o bem ao mal e a verdade à mentira, munidos do mesmo grau de desconfiança que Simone Weil reserva a expressões precedidas pela palavra "nós", recomendamos um dos textos mais conhecidos da filósofa mística francesa.
Sugestões literárias: quatro volumes da Cambridge com a história universal da escravatura, um livro sobre a decadência da profissão jornalística a partir do final do século XX, e o elogio de Oscar Wilde ao socialismo.
Sobre noções de estado e propriedade e os diálogos que esses conceitos encontram nas obras de dois pensadores europeus da modernidade, Thomas Hobbes e Karl Marx.
Uma análise sobre o papel do treinador para além da função técnica, como formador e líder ético que molda atletas pela confiança e valores, criticando o doping no desporto de alta competição e defendendo uma filosofia baseada na ética para influenciar positivamente jovens e a sociedade.
Uma conversa de 2022 sobre a Revista dos Estudantes da FLUL, o seu passado, presente e perspectivas para o futuro; com a presença de Anastasiya Komarova, Tomás Vicente Ferreira e João N.S. Almeida.
Onde se analisa o filme Não há amor maior (1959) de Masaki Kobayashi à luz da visualidade de Nicholas Mirzoeff, explorando o conflito entre a visualidade imperialista (complexo de poder) e a contravisualidade, através da luta de Kaji contra o sistema na 2ª Guerra Mundial.
Conversa sobre a Revista Minerva Universitária, "uma ponte entre o mundo académico e sociedade civil". As suas publicações são maioritariamente ensaios, críticas e crónicas escritas por docentes e estudantes de todas as universidades a nível nacional.
A Iniciativa de Cidadania Europeia é um instrumento de democracia participativa da UE: um milhão de cidadãos de sete Estados-Membros podem propor à Comissão actos legislativos não vinculativos. Regulamentada em 2011/2019, reforça a cidadania europeia e o funcionamento democrático da União.
Frases escritas nas paredes de Lisboa captadas pelas fotografias de Jorge Almeida, retratando vários tipos de proclamações icónicas, com todos os locais de captura indicados na legenda.
O conceito de teatralidade à luz de Stanislavski, Zola, Pirandello e Chekhov desenha a sua evolução na transição que estes autores operam dentro do contexto de mudança do século XIX para o século XX.
Seis inéditos, a pílula, a mulher no ensino superior, as Vidas Paralelas de Salazar e Fidel, os mundos de Rowling, Tolkien e Lucas, a paródia das notícias reais, e mil sugestões de cinema sobre nazis, argumentistas e stalkers.
A pílula contraceptiva e a emancipação sexual feminina: um mergulho na revolução que representou o este artifício médico em prol da autonomia sexual, da mitigação da gravidez indesejada e da obsolescência da vasectomia.