Frases escritas nas paredes de Lisboa captadas pelas fotografias de Jorge Almeida, retratando vários tipos de proclamações icónicas, com todos os locais de captura indicados na legenda.
O conceito de teatralidade à luz de Stanislavski, Zola, Pirandello e Chekhov desenha a sua evolução na transição que estes autores operam dentro do contexto de mudança do século XIX para o século XX.
Seis inéditos, a pílula, a mulher no ensino superior, as Vidas Paralelas de Salazar e Fidel, os mundos de Rowling, Tolkien e Lucas, a paródia das notícias reais, e mil sugestões de cinema sobre nazis, argumentistas e stalkers.
A pílula contraceptiva e a emancipação sexual feminina: um mergulho na revolução que representou o este artifício médico em prol da autonomia sexual, da mitigação da gravidez indesejada e da obsolescência da vasectomia.
A Sandra May é uma jovem escritora cujo mais recente livro tem sido um sucesso. Nesta conversa, a escritora falou sobre o seu processo de escrita, a sua mais recente obra e o trabalho de apoiar e incentivar novos escritores.
Onde se examina o papel da figura feminina em Mensagem de Fernando Pessoa, destacando D. Tareja e D. Philippa de Lencastre como símbolos maternais e míticos que revitalizam a identidade nacional e projetam a Super-Nação futura.
Sobre a filosofia processual (por oposição a substancial) de Alfred North Whitehead e a sua aplicação à ética do ambientalismo e do anti-capitalismo contemporâneo.
Sobre a axiologia da União Europeia: como cada um dos títulos da Carta Dos Direitos Fundamentais da UE corresponde e desenvolve os vários valores subjacentes à construção europeia.
Conversa com Rafael Polido Anacleto sobre o seu trabalho no Museu Nacional dos Coches em Lisboa, algumas das mais marcantes viaturas presentes no Museu e também sobre a causa monárquica.
A propósito de escassez de imobiliário habitacional, reflecte-se sobre como a concepção de bens materiais em Portugal associa-os não a processos concretos que os trazem à existência, mas a uma materialização de constituintes metafísicos, alicerçada na pior versão da moral judaico-cristã — a do comiseramento erótico na pobreza e na escassez.
Uma breve descrição sobre as impressões do escritor americano John dos Passos acerca do famoso arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer e da cidade de Brasília.
Uma visão sobre a representação das figuras das ninfas no período clássico grego em sua conexão com o período contemporâneo, fazendo um paralelo de sua atuação e objetivo enquanto imagem histórica.
No mês mais curto do ano, oito artigos inéditos e mais uma série de partilhas que esperamos interessantes para todos os nossos leitores: eis a edição da Revista Minerva Universitária de Fevereiro.
Uma galeria deprimente de monumentos à revolução de 25 de Abril de 1974 em espaços públicos dos municípios portugueses, parte da grande tradição de péssimas obras públicas comemorativas trazida pela democracia posterior a esse período.
Sugestões de leitura: o conceito de arquitectura aplicado a construções animais e vegetais, a dimensão retórica da prosa de Marx, e um volume sobre colonialismo que originou polémica.
Sobre o relógio Ghibli, um monumento nacional no Japão que é na verdade um castelo de autómatos, reconhecível também na obra cinematográfica do estúdio: um bom exemplo de quando a arte ofusca a utilidade nos relógios.
Uma tentativa de revisão sistemática da literatura sobre os quadros clínicos associados à não-conformidade de género, apontando práticas psicológicas adequadas para lidar com os casos.
Sobre comunicação institucional na internet do século XXI: como as instituições lidam, e como podem lidar melhor, com a selvajaria cognitiva e comunicacional das redes sociais na contemporaneidade.
Onde se esclarece o olhar humorístico como possibilidade humana: estratégia experimental para lidar com o mundo, reagir ao sofrimento e atenuar o medo da morte, transformando a realidade e permitindo distância de si, transitando de situações aporéticas a novas possibilidades.
Convocando Oscar Wilde e Northrop Frye, elabora-se sobre várias maneiras de ver a arte na sua relação com a vida, com a adaptação do conto de H.P. Lovecraft O Gabinete das Curiosidades em pano de fundo.
Reflexão em volta de um filme de Alain Resnais e de um poema de Ruy Belo associados pelo mesmo título e pelo mesmo tópico – a inextricável mistura do amor, da memória, da culpa e da saudade.