A figura da mulher trabalhadora não é uma construção recente e remonta a épocas pré-industriais. A divisão sexual do trabalho, decorrente do determinismo biológico, e a industrialização reconfiguraram a imagem da mulher trabalhadora e doméstica.
A palavra “inovação” não substitui inocentemente “progresso”. Enquanto o progresso aponta para um futuro desejado, a inovação nasce da urgência de conservar um presente em crise. A troca revela o cansaço da nossa relação com o futuro.