Sobre as madrinhas de guerra, uma invenção criada pela necessidade de se manter o moral dos combatentes da I Grande Guerra, de modo a evitar insubmissões e deserções entre os contingentes militares.
Ilustração e artes Visuais é o universo que foi abordado nesta conversa com o ilustrador Maike Bispo: falou-se sobre o seu processo criativo, inspirações e novos projetos.
Filmes natalícios nos quais o tempo não surge apenas como algo que se mede e se observa, mas como um elemento central, representado por relógios que marcam momentos decisivos ou transmitem mensagens profundas sobre o sentido da vida.
Posição editorial sobre assuntos pontualmente mal debatidos no discurso público: o assédio moral, o assédio sexual e as relações pessoais no mundo universitário.
Sobre o encerramento da unidade de investigação em filosofia da ciência da FCUL, entre o final de 2024 e início de 2025, onde se justifica porque foi tomada a decisão fácil e não a mais acertada.
Sobre a conciliação e a busca da identidade moçambicana após a guerra civil, acordos de paz e reconciliação, proposta de resistência, e consenso enquanto critério para pôr uma luz no fim do túnel político.
Assente nas preocupações de Georges Canguilhem e Michel Foucault com a biopolítica, o livro explica como organismos tecnocientíficos concebidos para sustentar a nação se tornaram importantes na institucionalização e expansão dos regimes de Mussolini, Salazar e Hitler, constituindo modernidades alternativas.
Em que consiste o trabalho de curadoria e que relevância tem a arte no panorama cultural português? Conversa com João Silvério, curador de arte contemporânea.
Boas Festas: igreja e 1ª república, educação e cidadania, creditação jornalística, caricatura e IA, porto de Leixões, democracia participativa, livro de horas de D. Manuel, o literato político português, a escuridão branca e o piolho viajante.
Considerações e análise histórico-política sobre as circunstâncias, entre contingências e inevitabilidades, que levaram à formação do Reino de Portugal.
Alguns ineptos da vida pública portuguesa dão uma importância desmedida à carteira profissional, mas há um trabalho que os jornalistas não fazem e vamos aqui fazer, que é investigar em que países é que a creditação é exigida para exercer jornalismo. A resposta é: em muito poucos.
Aproximação lírico-dialéctica a Kierkegaard, onde Johannes de Silentio fixa a monstruosidade do paradoxo e aí permanece em espanto, desespero e impotência, enquanto Johannes de Dreyer habita o paradoxo, o lugar da não linguagem, da alegria e da restituição. Entre ambos uma ponte invisível, e cada um de nós subsiste na escolha e na possibilidade.
A indignação pífia de algumas jovens "tudólogas" com caricaturas feita com IA numa rede social leva-nos a revisitar um pouco a história do género, onde estabelecemos que em nada diferem da tradição de representação humorística de figuras públicas, e que a sátira é permitida tanto na lei portuguesa como nas plataformas sociais em geral.
Falo de A Escuridão Branca, de David Gramm, por acreditar que a “atração das pequenas vozes” determinam a forma como conduzimos a nossa vida. Boa parte de nós nunca cometerá as loucuras a que o protagonista se votou. Esta é, também, uma história de loucura.
Este estudo analisa a relação entre republicanos e sacerdotes na Primeira República, focando as leis persecutórias e o impacto sociopolítico. Através de um prisma transnacional, aborda a Constituição de 1911, a política afonsista e as reações da Igreja guiadas por Pio X e Bento XV.
O Porto de Leixões, maior do norte e segundo maior porto artificial de Portugal, é responsável por 20% do comércio marítimo nacional. Gerido pela APDL, visa alcançar neutralidade carbónica e autossuficiência energética até 2035, através do "Roadmap para a Transição Energética".
Entre estações: arquitectura pós-vaticano ii, #metoo e jazz, optimismo em Maquiavel, intervenção social, progressividade no irs, conde Andeiro, castelos, 11 setembro, malhão de ir ao meio e Tolstói.
Sobre o envelhecimento ativo e saudável e os limites e potencialidades emergentes da intervenção social generativa, quer junto do idoso quer junto das famílias cuidadoras.
Sobre os princípios espaciais da Constituição Sacrosanctum Concilium e os reflexos na conceção e na adequabilidade da arquitetura atual produzida no Alto Minho, tendo em conta o ritual e simbolismo litúrgicos.
As polémicas sobre a disciplina lectiva da Cidadania e Desenvolvimento têm-nos entretido: de usos políticos a ideológicos, pecam por se desligarem da realidade da escola, dos alunos e famílias, e por não perceberem o impacto e a função que esta disciplina se propõe a ter.