Uma galeria deprimente de monumentos à revolução do 25 de Abril de 1974 em espaços públicos dos municípios portugueses, parte da grande tradição de péssimas obras públicas comemorativas na democracia posterior a esse período.
Recordamos o mundo fantástico e espampanante das revistas de literatura e arte de vanguarda do início do século XX: o dealbar de novas formas de modernidade, já pós industrial, que existiam numa atmosfera de vigor intelectual único e até agora pouco ou nada reeditado.