Sobre como milhões de pessoas se submetem voluntariamente a um tirano que só tem poder porque elas lho concedem. A liberdade é natural ao homem, mas o hábito da obediência e o costume transformam a servidão em algo aceite: basta recusar obedecer para que o tirano caia por si. Texto de Étienne de la Boétie, de 1549.
Sobre as Cortes Medievais do Reino de Portugal, onde se faz uma sistematização do seu funcionamento e se argumenta da sua superioridade face a um órgão deliberativo comum.
As Humanidades Digitais têm sido fundamentais no resgate e divulgação de autoras portuguesas esquecidas. Através de digitalizações, bases de dados e projetos online, devolvem visibilidade a vozes femininas do passado, facilitando o acesso a biografias e obras, e contribuindo para a inclusão no cânone literário português.
A era presente é reflexiva, prudente e desprovida de paixão: delibera em vez de agir, cria ilusões de atividade através da publicidade e da abstração. Contrasta com a era revolucionária pela inércia e nivelamento, onde o “público” fantasma domina. O indivíduo perde-se na reflexão; só a paixão e a decisão religiosa o libertam. Excertos de Kierkegaard, 1986.
Há coisas que podem abalar uma Nação inteira: crimes hediondos, um grande terramoto, a corrupção, etc. Em 1321, D. Dinis viu-se obrigado a fazer um atestado público ao Reino por razão de uma destas hecatombes: ele encontrou o maior peixe que já havia visto. Ora vejam a carta.
Metafiction in video games evolved from playful fourth-wall breaks in 1980s titles like Zork and StarTropics to profound self-referential loops in Space Quest III/IV and ontological twists in Monkey Island 2. We explore how interactivity amplifies self-awareness across decades, turning players into co-authors of the deconstruction in classics and modern experiments alike.
Conversa com a cavaleira Carolina Conde, a primeira mulher em Portugal a competir numa prova de Equitação de Trabalho à amazona, que trouxe uma perspetiva atual sobre a continuidade e relevância da prática.